Quando o Personagem LGBTQ+ Deixa de Ser Símbolo e Passa a Ser Gente: Um Guia Para Roteiristas Brasileiros
Colocar um personagem LGBTQ+ no roteiro não é, por si só, representação. É um começo — mas pode virar armadilha se o roteirista não souber o que está fazendo. Este guia discute, de forma direta e prática, como construir personagens que existem de verdade na narrativa, não apenas para preencher uma cota emocional.